Rachel Weisz e Madalina Diana Ghenea em A Juventude (Itália, 2015)

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Ontem, quando foi divulgada minha resenha do filme A Juventude, estranhei muito o recorde histórico de visitação a meu blog até as 12 horas e a duplicação do mesmo até o fim do dia. Considerei, inicialmente, a possibilidade de alguma reconfiguração de rede ou então, como raramente falo sobre cinema, que talvez houvesse um surto de interesse pelo o tema. Meu amigo e, de uns anos para cá, também editor Milton preferiu atribuir, no entanto, o pico de visitação a fatores como (1) uma rejeição generalizada a tudo o que tenha a ver com impeachment, citando, em favor de sua tese, a grande e atípica audiência de seu post sobre Cervantes; (2) o aumento na frequência de atualização de meu blog ou ainda, muito provavelmente, (3) a imagem de Madalina Diana Ghenea nua que foi usada em sua divulgação.

Foi como um balde de água fria. Tive que reconhecer, de pronto, que parte considerável dos que pensava terem lido minha crítica talvez só tenham aberto a página a procura de mais imagens como a usada em sua divulgação. Face a isto, decidi fazer um experimento, a saber, anunciar, junto com mais fotos da bela romena e outras da não menos espetacular Rachel Weisz, um video (isso mesmo !), facilmente encontrado, da antológica cena da piscina.

Só que, para realizar o supracitado teste, precisava falar mais sobre o filme cuja resenha já publicara. Mas, ora, é muito mais fácil tornar a falar de alguns filmes (ou livros, ou músicas…) do que escrever sequer um parágrafo sobre outros. Então, complementando o que já havia dito, decidi falar sobre algumas mulheres notáveis do elenco de A Juventude que ostensivamente ignorara quando de minha abordagem inicial sobre o filme

A propósito de tão gritante omissão, cabe lembrar que amigos se divertem até hoje com o fato de eu ter uma vez revelado não saber que Nara Leão estava morta. Com o tempo, passaram a dizer que eu também achava que Derci Gonçalves estivesse viva. Brincadeiras a parte, tenho real dificuldade em lembrar de notáveis que já se foram ou que ainda estão entre nós. Não que não leia obituários. Ao contrário.

Tendo, pois , passado batido, ao longo de minhas primeiras impressões sobre o filme, sobre atuações e aparições monumentais que eu sequer houvera notado, venho, com este post, procurar reparar a omissão. Lembro de ter falado aqui que só depois de postar a primeira resenha vim a saber quem é Madalina Ghenea. Pois bem. Além de também não ter notado que a filha de Caine era interpretada por Rachel Weisz e a violinista da cena final era ninguém menos do que Viktoria Mullova, sequer sabia da existência de um soprano chamado Sumi Jo. Mais por fora, portanto, do que Glória Pires comentando a entrega do Oscar.

Curiosamente, a única das mulheres notáveis acima cujas imagens no filme de Sorrentino não encontrei na web foi Mullova. Suponho, pois, que tenham sido restritas por alguma cláusula contratual. Dentre as fotos que encontrei, as que mais chamam a atenção são as seguintes:

youth 24youth 7youth 11youth 9youth 2youth 6youth 8youth 4youth 5youth 20Rachel Weisz as “Lena” in YOUTH. Photo courtesy of Fox Searchlight Pictures. © 2015 Twentieth Century Fox Film Corporation All Rights Reservedyouth 15youth 19youth 13youth 18* * *

Quando da primeira parte desta resenha em aberto, estranharam que eu não houvesse falado no maestro (perfeitamente !) vivido por Michael Caine. Sobre isto, sigo sem saber o que dizer. Ah: já ia me esquecendo do video que prometi. Ei-lo:

 

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